Reforma Tributária: Como Fica a Emissão da NFS-e sem o ISS

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Reforma Tributária: Como Fica a Emissão da NFS-e sem o ISS — Guia Completo para Prestadores de Serviços

A Reforma Tributária sobre o Consumo está mudando profundamente a forma como os serviços são tributados no Brasil, e isso inclui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). Uma das principais novidades é a integração nacional do documento fiscal junto ao novo sistema tributário, que passa a considerar tributos como o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) em substituição ou ao lado do antigo ISS municipal, transformando a emissão da NFS-e e os processos de compliance das empresas.

Neste artigo, explicamos de forma prática e clara o que muda na emissão da NFS-e, como isso afeta sua empresa e o que fazer para estar em conformidade com as novas regras a partir de janeiro de 2026.

O que está mudando com a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária introduziu um sistema mais moderno e padronizado para emissão da NFS-e no Brasil. Em vez de sistemas municipais totalmente independentes, o país está caminhando para um padrão nacional de emissão de notas fiscais de serviço, com integração de dados e novo formato de documento.

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Sistema Nacional Obrigatório a partir de 2026

A Lei Complementar nº 214/2025 estabelece que, a partir de 1º de janeiro de 2026, os municípios e o Distrito Federal devem utilizar um padrão nacional da NFS-e, que permite o compartilhamento eletrônico das notas com o Ambiente de Dados Nacional (ADN).

Isso significa que:

  • A NFS-e não será mais apenas um documento municipal isolado. 
  • Todas as notas emitidas deverão ter layout padronizado e ser transmitidas ao sistema nacional. 
  • A padronização é fundamental para operacionalizar o novo regime tributário com IBS e CBS, que complementa ou substitui o ISS tradicional em etapas. 

Nova Estrutura da NFS-e: O que muda no documento

A NFS-e continuará registrando a prestação de serviços, mas será ampliada para contemplar informações também relacionadas aos tributos criados pela Reforma, como o IBS e a CBS, além de manter o ISS enquanto ele for aplicável no município. 

Novos campos e leiautes obrigatórios

A partir de 2026, a NFS-e poderá ter:

  • Campos para destaque do IBS e da CBS; 
  • Classificação padronizada por Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS); 
  • Integração automática no Ambiente de Dados Nacional

Essas alterações visam garantir que o sistema fiscal federal e municipal compartilhem informações com mais precisão, facilitando a apuração dos tributos e a conformidade das empresas.

Emissão da NFS-e: O que sua empresa precisa fazer

Adequar sistemas de emissão

Se você usa:

  • Sistema próprio ou ERP integrado, será necessário atualizá-lo para o novo layout da NFS-e; 
  • Emissor municipal, em certa localidades ele será adaptado para padrão nacional; 
  • Emissor gratuito nacional (Gov.Br), é importante garantir que esteja bem configurado antes de 2026.

Alguns municípios, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, já informaram que a partir de janeiro de 2026 a emissão de NFS-e será exclusivamente via padrão nacional ou através de integração com a base nacional, isso inclui ajustes técnicos no ERP e no sistema de emissão. 

Período de Implantação e Transição

2026 será um ano de transição gradual, onde muitos sistemas ainda estarão ajustando o padrão nacional. Municipalidades que ainda não fizeram a migração estão em processo de adequação e testes técnicos.

E o ISS? Vai deixar de existir?

Não exatamente. O ISS (Imposto sobre Serviço) continua existindo, mas será integrado ao novo modelo tributário. Isso quer dizer que:

 – O ISS ainda será objeto de apuração por parte dos municípios, conforme competência local.

 – A NFS-e terá campos que contemplem os tributos municipais e os novos tributos nacionais (IBS e CBS).

 – A mudança é mais de processo e padronização, não de extinção imediata do ISS.

Ou seja, a dissolução do ISS puro como era antes da reforma não está ocorrendo de forma instantânea, mas ele se tornará parte de um ambiente tributário mais integrado e digitalizado.

Principais impactos para sua empresa

Adequação de sistema

Será necessário atualizar ou migrar seu emissor de notas para compatibilizar com o padrão nacional.

Compliance tributário

Os dados agora serão compartilhados com o Ambiente de Dados Nacional, aumentando a necessidade de conformidade e precisão.

Integração e agrupamento de tributos

A NFS-e passa a ser parte central da apuração do IBS e da CBS junto ao ISS, exigindo atenção na emissão de cada nota.

Risco de rejeição ou penalidades

Notas emitidas fora do novo padrão ou com informações incorretas poderão ser rejeitadas ou gerar inconsistências que impactem fiscalizações e apurações.

Prepare-se com Antecedência

A Reforma Tributária traz mudanças significativas na emissão da NFS-e, que deixa de ser um documento municipal isolado e passa a fazer parte de um sistema fiscal unificado e padronizado em todo o Brasil. A transição exige atenção e atualização de sistemas, mas também representa uma oportunidade de modernizar processos e ganhar eficiência.

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