“Cada vez mais as pessoas usam meios eletrônicos para fazer transferência e cada vez menos dinheiro físico”, destaca o economista Mauro Rochlin.

O formato de Pix Saque e Troco já se tornou uma alternativa ao convencional saque de dinheiro físico em caixas eletrônicos.

No mês de março, o serviço chegou a movimentar R$17 milhões em estabelecimentos que adotaram a ferramenta.

Para o economista Mauro Rochlin, a plataforma tem grande potencial de crescimento nos próximos meses, mas poderá chegar até um limite imposto pelas deficiências do dinheiro físico.

[elementor-template id="10054"]

“Vamos assistir nos próximos meses uma explosão no uso do serviço Pix Saque e Troco. Mas há um limite de crescimento, que ironicamente é o pouco uso do dinheiro, pois cada vez mais as pessoas usam meios eletrônicos para fazer transferências em vez de dinheiro físico”, aponta Rochilin.

O especialista ainda explica que como a ideia do Pix Saque e Troco é o uso do dinheiro físico, os meios eletrônicos irão começar a criar um limite no serviço.

Além da digitalização dos processos de transferência, que segundo o economista, pode ajudar a baratear os serviços.

Dessa forma, as pessoas irão utilizar mais dos diversos meios de pagamento, formas de acesso a recursos, possibilitando uma maior concorrência, e que pode conduzir para uma diminuição de tarifas.

Fonte: Contábeis

PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Classifique nosso post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado só para você!
Compras online foram incentivadas pela pandemia e cresceram 128% nos…